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Quem Somos

Quem faz a Banca do Carvalho, o que a gente cobre e de onde viemos.

Nossa história

De uma conversa entre pai e filha nasceu a ideia de uma banca de jornal digital, onde informação, cultura, entretenimento e boas histórias se encontram.

Toda história começa em algum lugar. A da Banca do Carvalho nasceu de uma conversa despretensiosa entre pai e filha, acompanhada de uma reflexão sobre as transformações do jornalismo e as diferentes maneiras de consumir informação.

Durante décadas, as bancas de jornal fizeram parte da rotina das cidades. Eram espaços de encontro, descobertas e circulação de notícias, onde jornais e revistas aproximavam as pessoas dos acontecimentos do mundo. Com o avanço da tecnologia, a informação ganhou novos caminhos e passou a caber na palma da mão.

Foi a partir dessa mudança que a jornalista Emänoelly Rozas, conhecida como Manu Cárvalho, encontrou inspiração para criar um espaço que preservasse o conceito tradicional das bancas, mas dialogasse com as possibilidades da comunicação de hoje. O que começou como um projeto para as redes sociais ganhou novos contornos e se transformou em um portal independente de comunicação.

Por que Banca do Carvalho?

O nome nasceu da união entre a tradição jornalística e uma referência familiar. Carvalho, sobrenome usado por Manu em sua trajetória profissional, tornou-se também a identidade de um projeto que carrega parte da sua própria história.

A inspiração veio do seu pai, Manoel de Carvalho, carinhosamente apresentado como o Dono da Banca. Foi com ele que aconteceu a conversa que despertou a ideia original.

A proposta recebeu também o carinho e o incentivo de Dona Bete (Elisabete Rozas), mãe da jornalista, que acompanhou os primeiros momentos da ideia e se entusiasmou com a iniciativa. Embora o portal tenha levado mais tempo para sair do papel, a essência permaneceu a mesma: construir um espaço de informação que também carregasse identidade, pertencimento e memória.

Uma banca que também guarda histórias

Com o tempo, a Banca passou a incorporar outras referências afetivas, transformando lembranças de família em espaços de expressão.

Uma delas é A Filha do Carvalho, apelido pelo qual Manu era conhecida na região onde morava, especialmente nos trajetos de van. A expressão, que fazia parte do seu dia a dia, ganhou um novo significado e hoje dá nome ao podcast da Banca, um espaço de conversa, troca de experiências e diferentes perspectivas.

Outro espaço especial é a coluna Fala, Dona Bete!, criada em homenagem à mãe da jornalista, que faleceu em 16 de julho de 2025. A coluna preserva a presença dela na história do portal e homenageia alguém que acreditou na ideia desde o início.

A homenagem se estende à avó Inah (Dona Inah), lembrada na Casa de Vó, espaço que carrega a simbologia das raízes, das lembranças e dos vínculos que permanecem mesmo depois da despedida. Ao lado do Dono da Banca, essas colunas formam uma parte importante da identidade do portal: um projeto de comunicação que também preserva histórias de vida.

Um sonho que encontrou companhia pelo caminho

Transformar uma ideia em um portal de notícias exige mais do que planejamento. É preciso acreditar no projeto, enfrentar desafios e encontrar pessoas dispostas a compartilhar o mesmo sonho.

Foi nesse caminho que Yuri Frånça, melhor amigo de Manu desde os tempos de faculdade, decidiu abraçar a proposta. Ele acompanhou de perto o desejo antigo de Manu de criar um veículo de comunicação próprio e, ao conhecer o projeto, não apenas incentivou a iniciativa como embarcou nessa jornada.

A parceria reforça algo que faz parte da essência da Banca: grandes projetos podem nascer de sonhos individuais, mas ganham ainda mais significado quando encontram pessoas que acreditam neles.

Do papel às telas: o que queremos entregar

Se antes era preciso caminhar até uma banca para descobrir as notícias do dia, hoje basta uma tela. A mudança dos meios, porém, não diminui a importância do conteúdo.

A Banca reúne diferentes editorias e assuntos: notícias, reportagens, entrevistas, análises, críticas, cultura, entretenimento e esportes. Nosso compromisso é um jornalismo que respeite o leitor, valorize a apuração e as fontes, use linguagem clara e entenda que cada notícia faz parte de um contexto maior, sem abrir mão da liberdade criativa para contar histórias e experimentar formatos.

Informar não é apenas apresentar fatos. É oferecer elementos para que cada pessoa compreenda os acontecimentos, construa suas próprias interpretações e participe das conversas que movimentam a sociedade. Queremos que o leitor encontre aqui um lugar para se informar, descobrir, questionar, refletir e, sempre que possível, se reconhecer nas histórias contadas.

Um projeto independente, uma história que continua

A Banca do Carvalho nasce como um projeto independente, idealizado por Emänoelly Rozas (Manu Cárvalho), com o apoio de Yuri Frånça. Sua origem está ligada à família, mas seu propósito vai além dela: a banca que começou em uma conversa entre pai e filha quer abrir suas páginas para diferentes vozes, assuntos e experiências.

Porque algumas histórias começam em uma banca de jornal. Outras começam dentro de casa. A nossa começou com as duas coisas.

“A banca mudou de lugar. As notícias foram para a palma da mão. Mas as histórias que nos trouxeram até aqui continuam sendo de família.”— Emänoelly Rozas (Manu Cárvalho), jornalista e idealizadora da Banca do Carvalho

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